O texto abaixo é parte adaptada do Livro Na Europa com Marião (que se tudo caminhar na velocidade que está só será lançado em 2024, mas eu juro me empenhar mais e terminar de escrever logo)
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sexta-feira, 1 de agosto de 2014
5 anos de SEDA e a minha historia nessa escola!
O texto abaixo é parte adaptada do Livro Na Europa com Marião (que se tudo caminhar na velocidade que está só será lançado em 2024, mas eu juro me empenhar mais e terminar de escrever logo)
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Histórias de Intercâmbio - Lucas Lima
Hoje faz um ano que embarquei na experiência, até o momento, mais grandiosa da minha vida. Com isso, o melhor que posso fazer é compartilhar algumas das minhas histórias com vocês e para isso farei um balanço verdadeiro do que aconteceu, assim posso mostrar que tudo não são flores. Isto é para algumas pessoas que insistem em me estereotipar como “mauricinho bad boy”.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Quando o barato sai caro
Eu já bati nessa tecla varias vezes, muita gente vem estudar na Irlanda e escolhe somente o preço, vê uma oferta boa e por encontrar um valor barato acha que está fechando um bom negocio e tendo uma boa vantagem por pagar barato.
Mas esse sonho de pagar barato pode virar um verdadeiro pesadelo.
Claro que cada um sabe o tamanho do bolso que tem e que (como eu quando vim) não tinha muita informação e fechei com a primeira escola que me ofereceram (a sorte é que acertei na escolha).
Mas é como a minha mãe sempre disse, quando a esmola é demais o santo desconfia, então vale a pena ficar esperto.
Nos últimos tempos aconteceram coisas chatas como a história da Agência Next Intercâmbio que fechou as portas e largou a rapaziada a deriva, ou então um caso igualzinho que aconteceu com a Eurocollege, que fechou suas portas e deixou os alunos na mão.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Brazukas Jobs - Natália Bresciani
Oopa rapaziada.
Mais uma ideiazinha pra ajudar a brazukada que morre de medo de vir pra cá e ficar sem trabalho. Então vamos contar a história "profissional" de alguns amigos que trabalham aqui na Irlanda em diversas áreas.
Pra começar nada melhor que contar a história da Natália Bresciani Rocha de Capivari-SP para o mundo, que está aqui em Dublin a 1 ano e 3 meses, e que faz o bom, velho e conhecido Cleaner.
Me fale um pouco a mais de você, tipo, o que vc fazia no Brasil antes de vir, porque escolheu a Irlanda e porque largar seu pais pra morar em outro.
Sou formada em Fotografia na Anhembi Morumbi em São Paulo. Sou de uma cidade muito pequena no interior de São Paulo. Fui fazer faculdade na capital aos 17 anos, mudei para lá com uma amiga que tambem foi estudar, moramos no centro da cidade em uma kit bem pequena. Morei lá até antes de vir para a Irlanda, 4 anos e meio de capital. Vim para Dublin por 15 dias de férias visitar amigos e namorado, que veio 9 meses antes de mim, e gostei tanto que resolvi voltar pra morar. Decidi morar fora para aprimorar o inglês, pois fazia aulas e aulas no Brasil e pensei: “to gastando dinheiro a toa, vamo morar num país do idioma, quem sabe assim vai”, então vim. Meus pais? Já há um tempo estou sem morar com eles, então, para eu lidar com isso é mais facil.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Era pra ser somente o post de um video legal...
Antes de começar a ler coloque o fone e de o play.
Esse poderia ser somente mais um post sobre um video legal que eu vi sobre Dublin. Ou então mais um post onde eu escrevo sobre meu amor por essa cidade ou minha saudade do Brasil. Ou seria somente as minhas mãos no teclado pra tentar explicar o que eu nem entendo.
A verdade é que por mais que eu diga e repita que adoro esse lugar e por ter certeza desse sentimento eu nunca tentei explicar, posso até dizer que sequer parei pra tentar entender.
Além de tudo o que eu já falei sobre qualidades em geral de uma cidade boa pra se morar, o que eu sinto quando ando por aqui é algo que não consigo nem entender, quem ja andou por essas ruas comigo pode notar o meu jeito meio aéreo quando caminho, as vezes eu viajo pelo tempo, pelas esquinas e predios antigos. Aquelas igrejas enormes e as calçadas cheias de histórias.
Eu fico imaginando quantos pés já passaram por aqui, quantas vidas já viveram esse lugar e quanta coisa já aconteceu quando eu ainda não estava aqui. Nesses parques, praças, pontes e ruas. Vejo as pessoas, as vezes sorrindo, as vezes caminhando em seus próprios universos. Vejo além dos olhos azuis irlandeses, as peles escuras dos indianos, vejo os olhos puxados orientais, os rostos serios e frios dos poloneses, o sotaque característico dos africanos e também o comportamento característico dos irmãos brasileiros, pessoas tão diferentes e de lugares diferentes, todas concentradas no mesmo lugar.
Que lugar fantástico é esse? Que pode ser a casa de tanta gente diferente, de linguas diferentes e de costumes tão diferentes mas que abriga e sustenta cada um de um jeito tão único.
E não importa por onde eu ande, seja no centro que nunca dorme, nas ruas frias dos bairros mais afastados, por debaixo das luzes amarelas que iluminam as noites, ou nos dias molhados pela chuva insistente que não termina, seja então no litoral ou nos parques, eu sinto uma paz e satisfação muito grande por ter sido aceito por essa cidade. Digo aceito porque você não escolhe Dublin, ela te escolhe e faz o mundo conspirar a favor de você, de uma forma ou de outra, vir parar aqui. Afinal, quem foi que não pensou ir pra Austrália ou Canadá?
E quanto mais o tempo passa eu me vejo longe dos que amo e de onde eu nasci e cresci, porém a sensação de estar onde sempre tive que estar quando caminho pelas calçadas cinzas de Dublin é algo que não sei explicar e também não sei se alguém ja sentiu isso, mas é algo que pulsa no meu coração e faz a saudade que eu tenho do Brasil se transformar em uma sensação de querer ficar, como que os sinais sonoros dos semáforos de pedestre parassem, o alerta do Luas não tocasse ou as gaivotas se calassem pra Dublin chegar no pé do meu ouvido e dizer baixinho "Marião, fica mais um pouco".
E conforme os meses passam eu continuo ouvindo esse sussurro e continuo aqui, hora com um sorriso firme, hora cabisbaixo sem saber pra onde correr, mas é só eu sentir a magia desse lugar de novo que tudo fica bem e eu continuo seguindo pro objetivo que me fez deixar tudo pra trás.
É fato que não é um sentimento fácil de lidar, olhar pra onde você sempre esteve e ver o seu espaço lá vazio as vezes maltrada, ver amigos e familia sem você é ruim, nessas horas da vontade de largar tudo e voltar correndo, se sentir sozinho é um dos piores sentimentos que existem, mas pra todo ganho tem um preço a ser pago.
É fato que não é um sentimento fácil de lidar, olhar pra onde você sempre esteve e ver o seu espaço lá vazio as vezes maltrada, ver amigos e familia sem você é ruim, nessas horas da vontade de largar tudo e voltar correndo, se sentir sozinho é um dos piores sentimentos que existem, mas pra todo ganho tem um preço a ser pago.
A saudade machuca, e definitivamente o meu tempo aqui ainda continua dentro da validade, não digo visto, digo vida, posso afirmar que eu amo Dublin. Acho que nunca gostei tanto de um lugar como eu gosto daqui.
Acho que não consegui deixar claro o que quis explicar no começo do texto, mas de verdade, eu não consigo entender a razão de eu me sentir tão bem aqui, mas eu me sinto e isso é o bastante.
PS: Perdoem os erros de português, eu não revisei porque acho que perderia um pouco a essência.
Acho que não consegui deixar claro o que quis explicar no começo do texto, mas de verdade, eu não consigo entender a razão de eu me sentir tão bem aqui, mas eu me sinto e isso é o bastante.
PS: Perdoem os erros de português, eu não revisei porque acho que perderia um pouco a essência.
Agora que você deve estar me achando um maluco que escuta cidades falarem, clique na imagem abaixo, coloque em tela cheia, de uma olhada nesse video aqui e tente sentir o que eu sinto quando falo de Dublin.
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Histórias de Intercâmbio - Vitor Ferrari
Oooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooopa rapaziada.
Eu sempre achei válido contar a histórias de outras pessoas, até soltei alguns depoimentos de amigos que ja tinha ou que fiz aqui na Irlanda que já moraram ou ainda moram fora pra gente conhecer diversas histórias e não somente as que eu conto.
Mas esse ano aqui vai ser diferente, vou fazer um tipo de entrevista pra deixar as paradas mais organizadas.
Hoje quem aparece aqui é o Vitão Ferrari, meu brother de Ribeirão Pires que está na Austrália há uma carinha já.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
A neve chegou na Irlanda
Ooopa, Marião na área.
Lembram que há um tempo atrás eu escrevi sobre o frio e a neve? Pois é, ela chegou tarde mas chegou, e é linda e gelada.
No sábado eu fui junto com minha parceira de rolê de indio Leticia, pras montanhas de Wicklow, que é uma cidadezinha que eu ja visitei e que fica próxima aqui a Dublin. Pra chegar lá foi bem fácil, depois do plano inicial que era ir pra Three Rock Mountains que fica em Dun Laoghaire (se pronuncia Dã Liwri) foi por neve abaixo porque quando chegamos no ponto de ônibus que vai até o lugar descobrimos que ele não trabalhava aos sábados. Aí o plano B meio que no improviso foi colocado em prática.
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Histórias de Intercâmbio - Sheilla Oliveira
A minha doce vida de Au Pair.
Há dois anos eu me formei em jornalismo, porém não me via preparada para exercer minha profissão e decidi fazer um intercâmbio para aprimorar meu inglês. Pesquisando muito encontrei o programa Au Pair, que de acordo com minhas prioridades era o de melhor custo-beneficio já que e um intercâmbio de estudo e trabalho. Você mora com uma familia americana, cuida das criancas dessa familia e em troca eles te pagam um salário semanal e cursos que voce queira fazer. Achei tudo isso muito válido e decidi sair da minha zona de conforto e embarcar nessa aventura.
Eu sabia que minha vida iria mudar, mas nao imaginava o quanto!
Eu sabia que minha vida iria mudar, mas nao imaginava o quanto!
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Um ponto de vista sobre moradias.
Acho que é presente no pensamento de todo mundo que vai fazer intercâmbio a vontade de “morar com gringo”, por poder praticar inglês todo o tempo, conhecer cultura e blá blá blá. Eu esperei 2 meses pra fazer esse post pra poder escrever com propriedade. Mas vamos partir do início.
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
O Intercâmbio a dois, além do "I Love You"
É importante quando a mudança para uma nova fase na vida é decidido em conjunto.
E assim nasceu o nosso intercâmbio, com o sonho de conhecer uma nova cultura, aprender outro idioma, morar em outro país.
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Histórias de Intercâmbio - Leticia Seixas
O post dessa semana é um pouco diferente, a Leticia ainda está aqui mas vai contar uma experiência que ela teve ao fazer um trabalho voluntário. Vale a pena dar uma olhada porque além de ser uma ótima dica pra quem está procurando algo pra praticar inglês foi uma experiência muito boa pra ela.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
HOPE - A verdadeira história de Aline Barros
Se você quiser ajudar a Aline é só fazer a sua doação com as informações abaixo.
Aline Nogueira de Barros
Aline Nogueira de Barros
Banco: AIB
Acc. number: 07636182
Sorting Code: 93-32-95
Você pode entrar em contato com Aline pelo email: Linibarros_3@hotmail.com
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Histórias de Intercâmbio: Emerson de Oliveira Junior
Abranger tudo o que eu passei em seis meses pode acabar ficando grande ou eu até me perder nas minhas ideias. Mas vou fazer aqui o melhor possível pra passar uma ideia geral de como tudo foi para mim. Acho que o Marião foi o primeiro que me fez pensar de maneira geral nessa história toda de intercâmbio, desde quando recebi o e-mail comecei a parar para pensar em todas as situações em que passei e analisar os pontos positivos e negativos dessa experiência que todos sabem muito bem como é, e por incrível que pareça nunca haverá comparação à história de ninguém.
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Histórias de Intercâmbio: Marcia Santos
Meu nome é Márcia, tenho 31 anos, sou analista de BPM mas não estou exercendo o ofício porque estou realizando um sonho e cumprindo uma meta: Morar fora do Brasil e aprender inglês!
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Histórias de Intercâmbio: Thayse Felicio
Olá, meu nome é Thayse, tenho 19 anos e sou de Itajaí – Santa Catarina.
Dia 16 de Outubro irá fazer 8 meses em que eu botei os pés na linda e amada Irlanda.
Hoje em dia com certeza a maioria das pessoas tem vontade de fazer um intercâmbio e vivenciar novas experiências, porém grande parte desiste por medo do NOVO. Mudar de país não é uma decisão fácil de se tomar, tiro isto por mim que fiquei durante alguns meses conversando sobre intercâmbio. Algum arrependimento? Não, em nenhum momento me arrependo por ter deixado minha família, meus amigos, meu trabalho e minha faculdade e ter vindo pra cá, realizar meu grande sonho.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Histórias de Intercâmbio: Carina Portal
O meu nome é Carina, eu tenho 20 anos e vim falar um pouquinho sobre a minha experiência de 8 meses em Dublin, na Irlanda.
Foram mais ou menos 2 anos de pesquisa, sendo 1 deles já voltado para a Irlanda. Pesquisei desde que roupas levar, até o caminho a ser percorrido da residência estudantil até a escola (obrigada Google Maps)
O grande dia chegou, lá estava eu na tão sonhada Ilha Esmeralda.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Histórias de Intercâmbio: Simone de Andrade
Olá meu nome é Simone tenho 24 anos sou Arquiteta e vou contar um pouquinho da minha experiência com intercambio na Irlanda!
O que já era um sonho antigo (mas que por motivos profissionais sempre adiava) em junho desde ano tomou raízes, após uma amiga me convidar para conhecer Dublin e me incentivar a fazer um intercambio, resolvi pesquisar mais a respeito.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Trabalhar na Escola
Opa, olha eu aqui de novo.
Pra quem não sabe aqui em Dublin eu trabalho na SEDA College, uma escola que leciona cursos de línguas e negócios.
Aqui na escola eu trabalho no marketing e no suporte ao aluno. Resumindo, eu vendo intercâmbio pra quem quer sair do Brasil e estudar na Europa. Ou seja, se você tem interesse em estudar fora ou conhece alguém que tenha esse mesmo interesse eu posso ajudar.
Eu aprendi muito nesse trabalho, mesmo porque eu era um fracasso até na venda de rifas de páscoa quando eu era pequeno, e um ano após abraçar esse trampo eu aprendi como falar, como abordar e como ajudar. Porque a venda é realmente necessária pra mim, é daí que eu tiro o meu pão. Mas eu penso que os alunos não são meus clientes, mas sim pessoas que precisam de ajuda pra realizar um sonho. O bom é que eu conheço muita gente, muita gente mesmo. Conheço gente legal, que vale a pena ajudar, que da gosto sabe. E conheço muito pau na beira, nego cuzão memo saca? Que acha que por estar pagando por algo pode falar o que e como quer e que não gosta de ouvir não como resposta. Mas de gente assim Dublin cuida. ;)
sexta-feira, 8 de junho de 2012
1 ano de Irlanda
I ae negada… olha eu aqui de novo. O post de hoje é um clássico abordado por intercambistas.
“Quando eu fiz um ano de intercambio.”
Então se vc não quer ler as mesmas coisas de sempre como: Eu descobri que o mundo não é tão grande ou fazer intercambio é mais que aprender outra língua e essas coisas que todo mundo já sabe vc ta no lugar certo.
Serei critico e direto no assunto.
Só não faz intercambio quem não quer ou quem tem medinho de sair debaixo da saia da mamãe. Se você é desses filhinhos de vó que se acha por cima da carne seca nem sai de casa. Porque aqui o bagulho é louco mermão e eu não quero ver você choramingando no meu ouvido.
Pra começar, intercambio não é só estudar em outro pais, é realmente viver, enfiar a cara no mundão e quebrá-la muitas vezes, é confiar no desconhecido e seguir seus instintos. Ou seja... ou vai ou racha maluco.
Se vc não sabe, descobre. Se vc não entende ou não consegue falar, desenha. Mas vc aprende a dar um jeito, é só num intercambio que vc sente como o ser humano é adaptável. Você tem que abrir a sua cabeça pra tudo o que é novo e tentar sugar o sangue de cada segundo.
Outra experiência foda aqui é você aprender a lidar com pessoas, não digo somente conhecer gente de outros países e culturas, mas saber abaixar a cabeça pra certas coisas pra não tornar isso um problema maior, vc aprende em quem confiar, aprende a diferenciar amigos e parceiros de Pint e o principal, aprende que ninguém melhor que vc mesmo pra te entender.
Você nasceu sozinho e vai morrer sozinho parcero, e aqui vc aprende isso, aprende que não precisa estar amarrado a ninguém pra fazer as coisas. Se vc quer, vc faz.
Você nasceu sozinho e vai morrer sozinho parcero, e aqui vc aprende isso, aprende que não precisa estar amarrado a ninguém pra fazer as coisas. Se vc quer, vc faz.
Pra quem não sabe eu trabalho na SEDA Academy como consultor de intercambio e ao contrário do que todo mundo pensa e acredita não é um trabalho fácil. O trabalho é pesado, exige concentração, foco e dedicação.
Vivendo nesse meio e trabalhando com brasileiro eu descobri como o brasileiro é tem muito o que evoluir, reclama de tudo, acha que é melhor que todo mundo e é arrogante como poucos.
Não estou negando minha raíz, o Brasil é realmente um lugar maravilhoso, só não é perfeito porque há o brasileiro e sua mentalidade pequena nele (salvo exceções). Fora que é a raça mais oportunista nojenta que eu já vi.
Vivendo nesse meio e trabalhando com brasileiro eu descobri como o brasileiro é tem muito o que evoluir, reclama de tudo, acha que é melhor que todo mundo e é arrogante como poucos.
Não estou negando minha raíz, o Brasil é realmente um lugar maravilhoso, só não é perfeito porque há o brasileiro e sua mentalidade pequena nele (salvo exceções). Fora que é a raça mais oportunista nojenta que eu já vi.
Do mesmo jeito que existem as células cancerígenas eu descobri aqui que os bons brasileiros estendem a mão quando vc precisa e abrem mão de muita coisa só pra te ajudar. Esses sim valem a pena, e são poucos.
Mas mudando de assunto.
E o que falar sobre a Irlanda, a primeira coisa que a galera pensa é no frio, na boa eu ainda não senti muito frio, chove bastante, os irlandeses são legais, e é um pais muito, mas muito acolhedor e apaixonante.
Dublin é uma cidade até que grande, tem transporte de qualidade, segurança, qualidade de vida impar, na boa só vendo pra conhecer, alimentação é barata, roupas são baratas. Vc realmente vive muito bem com muito pouco.
O idioma inglês falado aqui não é muito difícil de identificar, mas o sotaque é diferente do ingles que vc está acostumado a escutar em filmes e seriados, por isso que o pessoal fala que é difícil de entender. E aprender inglês na Irlanda é possível sim e depende mais de você do que de qualquer escola. Se você não estuda, não se dedica e não faz por onde, não vai adiantar, pq ele não vai entrar na sua cabeça por osmose.
Existem muitos lugares pra passear, muito ponto turístico, muita historia, praias bonitas, paisagens lindas, viajar pela Irlanda é barato e viajar pelos países da Europa também, perto e muito fácil.
Quem vem pra cá fica deslumbrado com a quantidade de coisa que tem, e eu digo... temos muito que aproveitar cada segundo aqui, pois existe muita coisa pra ver e aprender.
E como eu não aprendi tudo o que eu tinha nesse lugar eu vou ser obrigado a ficar mais um ano neh?
;)
Eh isso ae negada!
Da uma olhada nas fotos que eu tiro com o meu celular pra vc entender como é o meu dia a dia aqui.
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